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Welcome to the official website of the Malta-Portugal Chamber of Commerce.

Established in 2013, Malta-Portugal Chamber of Commerce aims to play a pivotal role in the promotion of trade and commercial relations between the Maltese and Portuguese business communities. Throughout history, these two countries have crossed paths in many ways and on many levels and a great deal of potential exists for enhanced commercial relations which can benefit all.

This website contains information about this organization, our aims and objectives and how we can be of service to you. Do not hesitate to contact us if you have any questions.

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Air Malta returns to Lisbon on  March 25

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Air Malta said today that its service to Lisbon will start on  March 25 . Flights will be operated on Thursdays and Sundays. One way prices start from Euro39 includes taxes.

Tourism Minister Konrad Mizzi said that this route would allow Malta to be connected to the South American region since Lisbon is an important hub for South American passengers traveling to European countries.

The new route, he said, is part of Air Malta’s growth and revitization strategy which includes a number of routes and frequencies.

The Lisbon service marks a return by Air Malta to the Portuguese capital after 10 years.

Paul Sies, Air Malta’s Chief Commercial Officer, said it plans to carry some 10,000 passengers in the first year
of operation and generate increased tourism between the two countries.

The flight schedule will operate as follows:

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Ryanair launches flights from Porto to Malta

BY TPN/ LUSA, IN NEWS · 12-09-2017 08:26:00 · 0 COMMENTS

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Low-cost airline Ryanair on Monday announced a new route between Porto and Malta, operating twice a week starting in April 2018.

In a statement, the Irish company – which carries 131 million passengers a year on about 2,000 daily flights connecting more than 200 destinations in 33 countries – said the new route will be available for bookings this month.

With its fleet of 430 Boeing 737s, Ryanair is in the process of ordering an additional 240 Boeing 737 which will allow it to increase its annual volume and passengers to 200 million by 2024.

Empresa Offshore em Malta

O nosso compromisso
  • Constituição da empresa no prazo de 1 semana
  • Total transparência. Existe registo público dos intervenientes
  • Excelente reputação. Trata-se de um país de União Europeia e da Zona Euro cuja moeda é o Euro
  • Excelente sistema legal
  • Possibilidade de emitir licenças especiais nas áreas da aviação, transporte maritimo e jogo
  • Acordo de Dupla Tributação com Portugal

Malta: Informações Adicionais

Forma Jurídica Limited liability company, Partnership en nom collectif, Partnership en commandite
Capital Social Mínimo €1500*
Contabilidade organizada Sim
Impostos sobre resultados 35% de IRC. Acordo de Dupla Tributação permite não duplicar imposto no IRS.
Sistema Legal Companies Act Cap. 386
Prazo para constituição da empresa 1 Semana
Número mínimo de sócios 1
Possibilidade de ações ao portador Não
Registo público Existe registo público dos intervenientes
Moeda corrente EUR
Estabilidade Total estabilidade e excelente reputação
Fuso horário GMT+2
Documentação necessária para constituição da empresa Curriculo, cópia do passaporte, formulário com informações pessoais, carta de referência bancária e comprovativo de morada

* Apesar do registo de Capital Social de €1500, pode ser realizado apenas 20% deste valor i.e. €300.

Malta: Informações Adicionais

Proximidade com a Europa

Malta está localizada no centro do Mediterrâne fazendo com que Malta esteja muito proxima da Europa e de áfrica.

A proximidade geográfica com o Norte de África também oferece vantagens significativas para os investidores que desejem utilizar a empresa offshore em Malta para relações com o Magrebe e Norte de áfrica.

Malta é um Centro Financeiro Emergente

Malta tem vindo a ter cada vez mais importância como centro financeiro, sendo o destino de milhares de empresas prestadoras de serviços e gestoras de fundos de investimento. Malta oferece uma legislação transparente e estável, assim como uma regulação que facilita a actividade de empresas ligadas ao jogo, casinos, aviação e transporte maritimo.

Malta como país Membro da União Europeia

Malta é mebro da UE desde 2004 e membro da Zona Euro desde 2008 tendo como moeda o Euro. O facto de Malta fazer parte da UE oferece um conforto acrescido aos investidores. Existem acordos de não Dupla Tributação com a maioria dos países, sendo que juros e royalties provenientes de outros países da UE estão isentos de impostos.

Código comercia com base nas leis Anglo Saxónicas

O direitos das empresas em Malta tem como base o direito Anglo Saxónico que deixa mais confortáveis investidores que já tiveram contacto com esta base legal.

Todas as leis Maltesas são públicadas em Maltês e Inglês.

Vantagens fiscais e acordos de Dupla Tributação

É possível obter beneficios fiscais e minimizar os impostos pagos aproveitando a eficiência fiscal proporcionado pelos Acordos de Dupla Trubutação existentes com diversos países, incluindo Portugal.

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HALCON MALTA TOURS 2015 

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Grão-Mestres Portugueses

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LUIZ  MENDES  DE  VASCONCELLOS  nasceu em Évora, Portugal, em volta de 1542. Ele era filho de Francisco Mendes de Vasconcelos (irmão de Luís da Costa, um servo de Henrique de Portugal) e Isabel Pais de Oliveira; neto paterno de Cristóvão Nunes da Costa e Catarina Mendes de Vasconcelos; e neto materno de Paio Rodrigues de Villalobos e Isabel de Oliveira.

Ele foi um nobre Português que serviu como governador colonial de Angola entre 1617 e 1621, e o 55º Grão-Mestre da Ordem de São João entre 1622 e 1623. Ele também foi um escritor.

De 1608-1612, ele era um escritor em Lisboa.

Em 1617 se tornou governador da colônia Portuguêsa de Angola.  Suprimiu uma revolta em 1618. Durante seu mandato de três anos como governador, ele escravizou cerca de 50.000 angolanos, enviado-os para às Américas.

Vasconcellos também foi um distinto membro da Ordem de São João de Jerusalém. Ele era bem conhecido por sua bravura em várias expedições navais contra o Império Otomano. Ele foi eleito como o 55° Grão-Mestre da Ordem de São João de Jerusalem no dia 17 de setembro de 1622, após a morte de Alof de Wignacourt.

Ele foi o primeiro Grão-Mestre Português em Malta. Vasconcellos serviu como Grão-Mestre por menos de seis meses. Ele morreu no dia 7 de março de 1623. Ele foi sucedido por Antoine de Paule.

Luiz Mendes de Vasconcellos era o pai de Joanne Mendes de Vasconcelos, que lutou na Guerra da Restauração Portuguêsa.

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ANTÓNIO MANUEL DE VILHENA DE NORONHA, 66º Grão-Mestre da Ordem dos Cavaleiros de São João Baptista de Jerusalém, foi um abastado, talentoso e amado, mas integro, aristocrata português de descendência real.

Nasceu em Lisboa a 28 de Maio de 1663, e morreu em Malta a 12 de Dezembro de 1736. Filho de D. Ana de Noronha e de D. Sancho Manuel de Vilhena de Faria, Conde de Vila Flor e Comendador de São Nicolau de Cabeceiras de Baixo, foi um militar de elevada craveira tendo-se distinguido nas batalhas das linhas de Elvas e de Ameixial.

Foi o terceiro Grão-Mestre da Ordem de Malta de origem portuguesa (e não o segundo como se refere aqui, por ignorarem Luis Mendez de Vasconcelos, 54º Grão-Mestre), entre 1722 e 1736, sendo conhecido por Grão-Mestre “Manoel” de Vilhena.

Desde de tenra idade que se alistou na Ordem de S. João de Jerusalém, seguindo ainda jovem para Malta. Na armada maltesa, aos 24 anos já capitaneava um navio que partiu à conquista da Moreia. A sua bravura permitiu-lhe ascensão até ao cargo de Grão-Chanceler da Ordem, em 1703, sendo posteriormente governador do Tesouro. Em 1722, por eleição unânime foi nomeado Grão-Mestre da Ordem de Malta, premiando a sua inquestionável capacidade administrativa e militar.

Tornou-se conhecido em todo o continente europeu pela valentia, mestria e propósito com que combateu um ataque dos turcos, saindo vitorioso e estabelecendo uma trégua de 20 anos com o Grão-Vizir de Constantinopla. Ganharam fama as investidas, que por sua ordem e liderança, os esquadrões malteses acometiam sobre os denominados infiéis, sobremaneira corsários turcos, resgatando grande número de cristãos e espólio de guerra, Embora Malta estivesse de alguma forma bem defendida, com inúmeras fortificações, D. Manuel de Vilhena determinou que a ilha deveria estar protegida contra quaisquer tentativas perpetradas pelos turcos. Assim, dedicou-se à construção de uma das maiores construções defensivas de Malta, o Forte Manoel, obra por ele totalmente custeada.

Entre a grei maltesa, ele foi um benevolente e popular líder, correspondendo à crescente procura de habitação em La Valletta, elaborou um projecto para a construção em Floriana, nos arredores da capital, de um subúrbio ainda hoje chamado de “Citta Vilhena”. Ao nível de outras infra-estruturas essenciais para a população, o Grão-Mestre zelou pela constante melhoria de condições de saúde pública e de desenvolvimento social da ilha. Prova do seu interesse pelo bem-estar geral da nação, a edificação de um dos mais importantes palcos culturais do mundo naquela época , o Teatro Manoel.

Em reconhecimento pelos seus notáveis actos de governação, o Papa Benedito XIII concedeu-lhe um distinção apenas digna da realeza, tendo D. Manuel sido o primeiro Grão-Mestre de Malta a merecer tamanha honra. D. Manuel de Vilhena granjeou a admiração de todos os monarcas europeus, incluindo Luis XIV de França, com o qual manteve duradoura amizade.

A afeição que, tanto o povo maltês como os membros da Ordem, nutriam por ele, ficou eternamente patenteada no magnífico mausoléu que lhe foi dedicado na Igreja de São João, em La Valletta, comparável ao dos Médicis de Florença, e considerado o maior e mais deslumbrante túmulo de todos os Grão-Mestres da Ordem de Malta. A inscrição que ali consta dá conta da dimensão deste personagem: “ele não foi eleito, nasceu Príncipe.”

Os seus atributos éticos, governativos e militares ficaram registados na história deste pequeno país, pois passados quase 300 anos continua sendo uma figura incontornável do quotidiano Maltês.

 

 

Selecção dos maiores exemplos da intervenção de Vilhena

Forte Manoel

Ocupando uma grande parte da ilha Manoel, dominando toda a Baía Marsamxett, foi construído em 1726, durante a sua superintendência, tendo sido considerado uma das melhores fortalezas defensivas europeias. A capela, dedicada a Santo António, patrono do Grão-Mestre, foi destruída durante a II Guerra Mundial e não voltou a ser reconstruída.

Ilha Manoel

Pequena ilha com meio quilómetro quadrado, situada na Baía de Marsamxett, entre Sliema e Lazzaretto, é conhecida em maltês, como IL-Gzira, que significa “a ilha”. Os Cavaleiros apercebendo-se das potencialidades da ilha, como um enclave isolado, ali construíram um asilo. No entanto, D. Manuel de Vilhena identificou a importância do “Isoletto” na defesa militar da parte ocidental de La Valletta e ali mandou edificar o Forte Manoel, ficando também o local conhecido como Ilha Manoel.

Palácio de Vilhena

Trata-se do Palácio dos Grão-Mestres da Ordem de Malta. Alberga hoje o Museu Nacional de História Natural. Instalado no antigo Palácio da Justiça, situado na cidade medieval de Mdina, originalmente serviu de “Università”, o Governo local. No início do séc.XVIII, foi construída uma nova entrada na cidade e D. Manuel de Vilhena reestruturou o edifício, tendo servido como a sua residência de Verão, tranformando-o no magnífico Palácio, estilo-Barroco, da actualidade. Um busto de bronze e o seu brasão encontram-se na entrada principal.

Citta Vilhena

Antevendo o progressivo acréscimo demográfico de La Valletta, Vilhena lançou um plano ambicioso de desenvolvimento urbanístico nos arredores da cidade, em Floriana. Na praça adjacente aos Jardins Maglio, encontra-se a estátua de bronze do Grão-Mestre.

Moinhos de Vento

Ta’Xarolla (Zurrieq), o único em actividade, contruído pelo Grão-Mestre em 1724. Ta’Kola (Xaghra-Gozo), financiado pela Fundação Manoel, em 1725, por forma a corresponder ao aumento da procura da crescente população maltesa.

.Sepultura na Catedral dos Cavaleiros de São João

Esculpida entre 1727 e 1729, pelo artista florentino Massimiliano Soldani Benzi (1656-1740).

 

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MANUEL PINTO DA FONSECA  68.º Grão-Mestre da Ordem de Malta, eleito no dia 18 de Janeiro de 1741. Natural de Lamego, filho de Miguel Álvaro Pinto da Fonseca e sua mulher Ana Pinto Teixeira, Manuel Pinto da Fonseca foi o último Grão-Mestre Português da Ordem de Malta, cujos destinos orientou durante mais de trinta anos. Foi um verdadeiro Soberano do Século das Luzes – reformando e regulamentando todas as áreas públicas do governo, desde o Comércio, Indústria, Saúde e Justíça. Fundou a Universidade, a Biblioteca e a Imprensa. Lançou grandes obras, restaurando palácios, monumentos e edifícios públicos. O seu governo foi marcado pela magnificência.

Durante sua administração, criou ainda muitos novos títulos nobiliárquicos, ação que contrariou grande parte da velha nobreza de Malta, além de impor impostos injustos à população. Para mais, ele ofendera o clero com a decisão não só de fechar o Colégio Jesuíta Melitense, como em 1768, expulsou os próprios Jesuítas de Malta. Tais fatos contribuíram para que fizesse muitos inimigos.

A Revolata dos Escravos: Um complô foi descoberto no dia 6 de Junho de 1749.  Esta conspiração perigosa, ameaçava a Ordem, os Malteses e a Cristiandade na Europa.  À frente dessa conspiração era  Pascha Mustafa, o governador de Rodes, então prisioneiro de guerra, em Malta.  Este dignitário, enquanto a caminho da Ilha de Rhodes, foi capturado pelos escravos cristãos que guarneciam sua galera. Os amotinados, depois de ter assassinado os seus oficiais e se tornaram donos do navio, mudaram a rota e partiram para Malta, onde chegaram no dia 02 de fevereiro de 1748.  A Ordem, ao invés  de considerer o Pacha como um prisioneiro comum de guerra, mostrou-lhe sinal de respeito.

A partir do momento de sua chegada em Malta, Mustafa criou o abominável complô de massacrar toda a população cristã de Malta com a ajuda dos escravos turcos na ilha, que na época eram cerca de 1.500, e, em seguida, anexar Malta para o Império Otomano. Constantinopla encorajou muito os conspiradores e prometeu apoio.

Foi escolhido o dia 29 de Junho, a festa de São Pedro e São Paulo como a data em que seu projeto atroz era para ser realizado. Neste dia a cidade seria praticamente deserta; a maioria dos habitantes, iam para as festividades na Capital Velha: Notabile.  Felizmente para os Malteses, este complô foi descoberto e assim um grande massacre foi evitado.  A conspiração foi descoberto por causa de uma briga atoa. A discussão originou em uma taverna onde dois dos conspiradores tinham ido convencer um jovem soldado maltes que era um dos guarda-costas de Grão-Mestre Pinto ajuntar-se a eles na rebellião. Enfurecidos por suas recusas constantes de juntar-se a eles, tentaram esfaqueá-lo. Ele teria sido dilacerado se não fosse a interferência oportuna do taberneiro, que, ao saber o motivo da briga, não perdeu tempo.  Ele mesmo revelou essa conspiração perigosa para o Grão-Mestre.

Vários dos conspiradores foram imediatamente presos. Eles foram submetidos a uma tortura extrema, da qual, uma confissão completa foi extorquida.  Cerca sessenta dos líderes foram condenados à morte. Cohen,o taberneiro honesto, foi generosamente recompensado. Cassar, o jovem soldado fiel, por sua devoção inabalável a sua farda, foi promovido e dado o comando de guarda-costas do Grão-Mestre, Pinto, conhecida como a “Guardia Urbana”.

Por outro lado, em 1764, Pinto da Fonseca negociava com Frederico o Grande da Prússia a reunificação do Bailio Protestante de Brandenburgo com a Ordem de Malta, mas o Papa Clemente XIII não admitia a admissão de elementos que via como heréticos no seio de uma organização Católica Romanana; assim, o acordo foi esquecido . Foi, ainda, amigo do alquimista Cagliostro. Teve um filho ilegítimo de Rosenda Paulichi, filha de Alberigo Paulichi e da mulher Patronilla Ramuzetta; ao pequeno, um rapaz, foi posto o nome de José António Pinto da Fonseca e Vilhena, e casou com a sua prima direita Maria Inácia Pinto da Fonseca de Sousa Teixeira e Vilhena, filha ilegítima de Francisco Vaz Pinto (seu pai) e de Clara Cerqueira.

No entanto, Manuel Pinto da Fonseca amou a cidade de La Valetta. Completou o Palácio de Castilha, uma das construções mais importantes da capital, que tinha sido iniciada em 1574 pelo Grão-Mestre Jean de la Cassière. Na sua fachada ainda se encontra hoje, um seu busto. Actualmente, neste Palácio encontra-se o gabinete do Primeiro-Ministro. Fez ainda numerosas doações à Igreja Conventual de S. João e construiu muitas lojas na Marina, que ainda hoje possui o seu nome.

The 25 of May of 1743 gave the name to the city of Qormi that enjoys a particular status (was denominated Città Pinto). His personal coat of arms is characterized by five red crests, symbolizing the number of Ottomans who had won with his own sword at one time during the revolt. In fact, the city of Qormi adopted this shield for itself, as a coat of arms, which still belongs to the Pinto da Fonseca family.

He died on January 23, 1773 and is buried in the Co-cadedral of St. John the Baptist in the Valletta Capital, with his Tomb being one of the main attractions of the Island.

 

Edwin Pace